Campanha de sensibilização dos Moçambicanos sobre a dívida e suas implicações no país e a vida dos cidadãos

 A dívida pública moçambicana cresceu de forma galopante nos últimos cinco anos e mudou, igualmente, de estrutura, passando de uma composição predominantemente concessional para outra não concessional. Isso significou maior peso da dívida na estrutura económica e orçamental do país, traduzindo-se em menor capacidade de endividamento do país no mercado de capitas, bem como menor disponibilidade de opções orçamentais para implementar políticas de desenvolvimento orientadas para mais investimentos em sectores sociais (Saúde, Educação, Água e saneamento, Protecção Social, etc.).

 Neste sentido, o FMO, uma plataforma de advocacia, constituída por organizações da sociedade civil que actuam em Moçambique, interessadas em participar de forma mais estruturada na Gestão das Finanças Públicas, decidiu realizar esta campanha com vista a sensibilizar e consciencializar os moçambicanos sobre a dívida pública e suas implicações no país e a vida dos cidadãos.

 Em Moçambique, as pessoas e utentes têm sido interditas de ter acesso aos serviços de saúde em função da sua indumentária. Este tipo de acções têm contribuído para que os direitos à saúde sejam restringido, cortando um direito constitucional. O Observatório Cidadão para Saúde (OCS) iniciou uma campanha com objectivo ajudar a colmatar esta situação.

Moçambicanos falam do impacto da dívida pública na prestação de serviços públicos de saúde e educação

Com 2% do valor gasto no serviço da dívida , em toda a década passada, Moçambique poderia erradicar a má nutrição.

Será que o Governo deve continuar a pedir empréstimos?

Na sua visão, quais são as razões por detrás do actual custo de vida em Moçambique?

Sabias que a cada 100 meticais que Governo gastou em 2020, 60 foram gastos com o serviço da #dívida pública?

Acompanhe a Campanha Sobre o Impacto #Social do #Serviço da #dívida #FMO e #OCS